Pulau Redang

Redang Travel Blog

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Fazemos check-out do Hotel por volta das 05:00 e seguimos para o Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur onde apanhamos o avião das 07:30 para a cidade de Kota Terengganu na costa Leste da Península Malaia. A aterragem é a pior de todas as 8 aterragens. A uma velocidade fora do normal o piloto decide aterrar, só conseguindo estabilizar o avião depois de este saltar 3 saltos. Apanhamos o autocarro para Merang e depois o Jetty de Merang para Pulau Redang, o nosso destino paradisíaco. O Jetty demora cerca de 1 hora para chegar ao local. Fazemos o check-in no Laguna Redang Island Resort e almoçamos.

A ilha é de uma beleza natural quase indescritível. Situada ao lado da costa leste da Malásia, faz parte de algumas das ilhas mais desconhecidas pelos turistas.

A ilha não tem estradas e está coberta por uma manta verde de floresta tropical. A praia em frente ao resort é a melhor que já vi em todos os locais que visitamos. A água, com uma temperatura média de 27 graus é azul bébé, interrompida por algumas manchas escuras de corais nas zonas laterais da praia. Nestes corais encontram-se uma variedade enorme de espécies de peixes como tubarões, tartarugas, peixes palhaço, etc. A praia estende-se por centenas de metros onde se localizam outros Resorts. O nosso tempo nesta praia é passado no bronze, a nadar e a fazer snorkeling. Passamos a maior parte do tempo dentro de água visto que o calor é intenso.

Em Redang fazemos 2 visitas a zonas de snorkelling. O 1.º local é uma decepção.

Nadamos uns 300 metros de distância do Barco para ver tubarões mas sem sucesso. O 2.º local é o Marina Park, local especializado para o snorkelling. Aqui vemos uma variedade enorme de peixes e mergulhamos junto de um navio Vietnamita afundado.

Perco a minha máquina fotográfica subaquática e desconfio que um turista Chinês anda a tirar fotografias com ele. Persigo o chinês por todo o lado e pergunto-lhe se ele encontrou uma máquina fotográfica semelhante. Ele responde-me a dizer que não percebe inglês. Regresso ao grupo desconfiado que a máquina é a minha. A Susana oferece-se para estrangular o “chinoca” e tirar-lhe a máquina. A proposta dela é aliciante mas decidimos não avançar porque podia estar enganado.

Felizmente um dos guias do Hotel entrega-me a máquina que encontraram passados 2 dias. É importante realçar a simpatia, organização e proficionalismo dos funcionários do Hotel.

Aproveitamos as noites para beber uns copos e ir à mini discoteca que fica na praia. O Pedro é o rei da pista e os chinocas adoram-no. Repetem todos os seus passos. Apesar de ser difícil comunicar com eles verbalmente o Pedro consegue comunicar através da dança. Faz-nos pensar se o antigo navegador portugues Fernão de Magalhães utilizou a mesma estratégia quando chegou a esta zona. Provavelmente não porque a sua tripulação foi praticamente chacinada :). Se tivesse dançado um pouco safava-se.

A comida Malaia é boa mas em excesso torna-se insuportável para a maioria de nós. Felizmente / infelizmente descobrimos 2 dias antes de acabar as férias que podemos comer comida ocidental no Restaurante.

No antepenúltimo dia decidimos ir até ao Berjaya Resort, aquele onde inicialmente iríamos ficar. Como não existem estradas em Pulau Redang andamos cerca de 1 hora pela floresta tropical da ilha. O percurso é acessível mas cansativo. Não ficamos arrependidos por não ter ficado aqui. Passamos a tarde na praia e regressamos ao Laguna Redang de barco depois de negociar o preço.

Como tudo o que é bom na vida acaba passamos o último dia a desfrutar da praia.

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Redang
photo by: melissawong